domingo, 8 de setembro de 2013

Seres insubstituíveis nas empresas.


Em muito vejo pessoas que desempenham suas funções como perfeitos donos da posição, pessoas que se prejulgam insubstituíveis acima do bem e do mal, alguns as exercem com estrelismo, demonstram perfeito conhecimento do exercício da função, se aprofundam e muito com o intuito de estarem na lista de necessidade da empresa.
Na verdade o indivíduo que acredita ser insubstituível começa no aprofundamento técnico da função aprende todas as situações que acredita ser necessária para ter certa estabilidade se mostra competente e apto ao desenvolvimento apresentando-se prestativo se coloca com uma sabedoria incomum. Nada mal para aquele que quer crescer na empresa, seria uma situação positiva e normal se fosse só isso. Passada a fase do desenvolvimento começa acumular o conhecimento só para ele e com o passar do tempo tenta monopolizar as informações e chega ao ponto em que todos no setor tenham algum tipo de dependência deste.
Na ultima fase deste diagnostico distorcido de competência profissional o funcionário começa a se tornar vaidoso, prepotente e com uma confiança elevada ao ponto de não observar seus defeitos sua arrogância, tornando-se desagradável do convívio inter pessoal. Nesta fase o funcionário acredita que esta insubstituível que a empresa tem uma autodependência ao ponto de entender que esta que tem que se adequar a ele e não o funcionário nas normas da empresa. Ele é a norma por ali.
Que engano! No meio corporativo como entre ouros meios o ser insubstituível esta fadado ao fracasso, não obterá êxito em sua ilusória estabilidade de emprego. Sempre existirão pessoas para desenvolver a função de outro funcionário seja com o mesmo brilhantismo ou não. Tudo é questão de adaptação.
Nunca confunda talento com estabilidade pessoal de emprego. Talento é o franco desenvolvimento de uma atividade com habilidade e discernimento.
Profissionais são contratados para desenvolvimento técnico de uma atividade e não para que sejam estrelas no seu ambiente de trabalho, empresas não dão oportunidades para estrelas corporativas e sim para competência profissional.

O pleno desenvolvimento do ser humano passa pela capacidade do desenvolvimento das habilidades técnicas e interpessoais assim ofereça para a empresa seu comportamento profissional e sobretudo, sua atitude de contribuição ao crescimento de todos. 

Matéria publicada no Jornal O Debate- São Manuel

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